terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Carlos Magno contesta Bento XVI



Pois não é que, ultimamente, até Carlos Magno se insurgiu contra o Papa Bento XVI? Foi o que verifiquei na semana passada, como consequência do artigo que publiquei sob o título “Para onde vai a liberdade sexual?”. Nele, eu nada fazia senão repetir o que todos já sabem: «De uns anos para cá, a erotização provocada por filmes e novelas, músicas e internet – e até mesmo por autoridades políticas e educacionais ao incentivarem a distribuição de camisinhas nas escolas – está levando adolescentes e crianças a práticas sexuais cada vez mais precoces e, o que é pior, a delitos contra colegas da mesma idade. Mais grave ainda é a reviravolta operada pela permissividade na psicologia e na consciência moral de crianças, jovens e adultos».
Carlos Magno aproveitou do que escrevi para sair de seu túmulo em Aachen, na Alemanha, e, através de um seu xará brasileiro, desfilar suas mágoas contra a Igreja: «A deteriorização da família é fato muito antigo. Dentro de sua instituição, Dom, ela foi praticada por papas, que tinham várias mulheres, e por padres pederastas, inclusive com o “conluio” do papa atual, que tinha o dever de zelar. Mas, o que esperar de um papa nazista? Tudo que o Sr. fala, apesar de ser algo escrito por alguém que tem conhecimento, é mera retórica. A única diferença de antes é que, agora, nós sabemos. E não de tudo, pois deve haver muita coisa escondida debaixo das batinas!».
Pelo que sei, o Carlos Magno europeu (742/814) se demonstrou sempre católico fervoroso e grande defensor da cristandade. Rei dos Francos e Imperador do Ocidente, é considerado o maior soberano da Europa medieval. Acreditando que recebera seu poder de Deus para colocá-lo a serviço do cristianismo, recorreu a todos os expedientes – inclusive à força militar – para agrupar na unidade da fé os povos e os territórios que conquistou. Seu prestígio junto ao povo foi tão grande que, na Suíça, encontrei uma capela que o escolheu como padroeiro, apesar de nunca ter sido proclamado santo pela Igreja.
O Carlos Magno brasileiro pensa diferente. Esquecendo que cada um vê o mundo com os olhos que tem, ele se detém nos “negativos” da Igreja. Que sempre existiram e sempre existirão. Desde o tempo de Jesus foi assim. Um de seus apóstolos o renegou e outro o traiu. Mas, qual é a instituição que não tem os seus “podres”? Não posso negar: dentre os 263 papas (ou 265, pois há dúvidas sobre o seu número exato) que, até hoje, governaram a Igreja Católica, muitos não estiveram à altura do cargo que ocuparam. Em contrapartida, outros 80 são reconhecidos como santos ou bem-aventurados. Nada sei sobre as escolhas éticas do Carlos Magno brasileiro. Se só pode jogar pedras na casa do vizinho quem não tem telhado de vidro, oxalá ele esteja acima das fraquezas que atingem o ser humano! Mas, não se pode negar: suas palavras refletem os preconceitos e a aversão de amplos segmentos da sociedade contra a Igreja. “Papa nazista”? Joseph Ratzinger nasceu numa família vigiada pelo nazismo e, em 1942, aos 16 anos, quando foi incorporado compulsoriamente no exército, manifestou de tal forma a sua contrariedade que, dois anos após, foi dispensado e enviado a um campo de trabalho, donde conseguiu fugir pouco depois.
Quanto ao “conluio” mencionado por Carlos Magno, penso que se refira à acolhida dada pelo papa atual, em 1980, como arcebispo de Munique, a um sacerdote de outra diocese que o procurava para ser acompanhado por um psicólogo e se libertar da pedofilia. Ou, então, a um padre dos Estados Unidos, de cujos antigos e numerosos escândalos sexuais o Vaticano só soube em 1996 (dois anos antes de sua morte), quando o Cardeal Ratzinger presidia a Congregação para a Doutrina da Fé.
“Muita coisa escondida debaixo das batinas». Desde os seus primórdios, a Igreja convida o sacerdote «a ter compaixão dos que erram e pecam, porque ele mesmo está impregnado de fraqueza» (Hb 5, 2). Os padres, bispos e papas podem errar e pecar, como qualquer outra pessoa. Só Deus é santo! Mas, se o Carlos Magno brasileiro morar em Dourados, isso me deixa muito triste, porque suas críticas me dizem que nem eu nem os meus sacerdotes conseguimos ajudá-lo a descobrir que a verdadeira Igreja é muito diferente da que ele, infelizmente, conhece...
Dom Redovino Rizzardo, cs
Bispo da Diocese de Dourados

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O pastor que aceitou Maria Santíssima


Qual a tentação que me derruba?

Gostaria muito que você pensasse sobre quais são os caminhos, conversas, hábitos, pessoas, ou lugares que você percorre até que, infelizmente, cometa um pecado.
Meu objetivo é ajudar você a compreender que todo pecado, invariavelmente, é precedido por uma tentação. E aqui está uma boa sacada! A tentação que me derruba é justamente aquela que me leva à prática do pecado. Mas onde está essa tentação?
Neste caso, a observação de si mesmo, a partilha e um pedido de ajuda são ingredientes fundamentais para quem deseja - como você - quebrar um círculo vicioso feito de tentações que desembocam em pecados.
Observe-se, peça ajuda e, quando precisar, mude os caminhos, pare com conversas inadequadas, mude hábitos, afaste-se de certas pessoas e deixe de ir a certos lugares.

Ricardo Sá

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

CORPO INCORRUPTO

Corpo Incorrupto é o corpo humano que apresenta a propriedade, considerada miraculosa, de não se decompor após a morte, sem que tenham sido utilizados métodos de embalsamamento.
O fenômeno da incorruptibilidade pode ocorrer com todo o corpo ou com apenas parte dele. Em alguns casos, os corpos incorruptos emanariam um odor agradável.
 
 

 
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terça-feira, 13 de novembro de 2012

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A Eclesialidade das ENS

O Papa João Paulo II, na Exortação Apostólica Christifideles Laici , enfatiza a necessidade da agregação dos fiéis leigos, mais eficazmente a vocação e missão de cada um.
São diversos os motivos que justificam ou exigem a agregação dos fiéis leigos. O Papa destaca uma razão de ordem teológica, quando afirma que o apostolado associado é fundamental como um sinal de comunhão e de unidade da Igreja de Cristo.
Portanto, aí está a razão eclesiológica das ENS: ajudar a Igreja no anúncio do Evangelho; participar do esforço de toda a Igreja para uma verdadeira renovação do mundo, a partir das exigências do Evangelho; produzir frutos de amor, de justiça, de paz e de esperança para os irmãos, principalmente para os mais necessitados; renovar a vida conjugal e familiar, ajudando a transformar as famílias em verdadeiras Igrejas Domésticas e assim por diante.
A razão eclesiológica das ENS fundamentam-se no atendimento às ordens de Cristo: Ide e pregai o Evangelho.
Neste sentido, os fiéis leigos, quando se reúnem em movimentos e formam comunidades maduras, participam da nova evangelização, como propõe a Igreja hoje.
A Segunda Inspiração supõe uma nova evangelização para todo o Movimento, para todos os casais e sacerdotes que fazem parte das ENS. Os casais que não derem frutos, uma vez que dar frutos é uma exigência essencial da vida cristã e eclesial, serão cortados pelo Pai, lançados fora e queimados. (Jo 15,2)"
(Mariola/Elizeu, ECIR, CM jun-jul/95).

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

EXERCITEMOS A NOSSA VONTADE !

Para conquistar tudo o que quisermos nesta vida precisamos nos exercitar como os atletas que treinam longamente para obterem o domínio do corpo.
Precisamos fazer pequenos exercícios no dia a dia como tomar um banho frio, comer menos ou comer alguns alimentos, mesmo que eles não sejam muito agradáveis ao nosso paladar; falar menos e escutar mais, fazer ao outro o que gostaríamos que fizessem a nós, ficar atento à necessidade do irmão e tantas outras atividades que o Espírito Santo vai nos inspirar ao longo do dia. Isso, com certeza, nos favorecerá organizar, regrar e disciplinar a nossa vida.
Muitas vezes somos arrastados de um lado para o outro por coisas que nos dominam, pois não temos forças para enfrentá-las, porque a nossa vontade está enfraquecida. No entanto, com nosso esforço e com a graça de Deus podemos proclamar: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fl 4,13).
Fiquemos atentos a todas as oportunidades que teremos ao longo deste dia para exercitarmos a nossa vontade.

Espírito Santo, ajude-nos a sermos homens e mulheres de têmpera.

Jesus, eu confio em Vós!

DEVER DE SENTAR-SE.


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

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DEZ PONTOS DE UNIDADE DAS ENS

  1. Movimento das Equipes de Nossa Senhora é Cristocêntrico e da Igreja.
  1. São comunidades de aproximadamente 5 a 7 casais e um(a) Conselheiro(a) Espiritual, que se encontram pelo menos uma vez por mês, em uma reunião que contenha momentos de Oração, Partilha, Co-Participação, Estudo e Refeição.
  1. Os Casais Participantes, têm o Sacramento do Matrimônio e mantêm fidelidade ao Carisma fundador e ao Estatuto do Movimento.
  1. Apóiam-se na vivência da Vida de Equipe, Pontos Concretos de Esforço e Orientação de Vida proposta pelo Movimento.
  1. Rezam diariamente a Oração do Magnificat para que Nossa Senhora, Padroeira das Equipes interceda pelos casais e conselheiros espirituais do mundo todo.
  1. Recebem e lêem mensalmente a Carta Mensal das Equipes de Nossa Senhora.
  1. Devem ter conhecimento dos documentos fundamentais do Movimento: (Estatuto, O que é uma Equipe de Nossa Senhora?, Pontos Concretos de Esforço e a Partilha, A Responsabilidade nas Equipes de Nossa Senhora, o Guia das Equipes de Nossa Senhora).
  1. Dão cada ano,a título de contribuição,o produto de um dia de trabalho,para assegurar a vida material e a expansão do Movimento ao qual devem de certo modo,o próprio enriquecimento espiritual. Desta forma, o Movimento possui uma expansão sustentada, traduzida pela fiel transmissão da sua metodologia e pedagogia.
  1. As responsabilidades exercidas no Movimento se caracterizam pela transitoriedade e gratuidade no serviço a ele e às Equipes .
  1. Têm seus trabalhos e decisões definidas em colegiado, nos diversos níveis de responsabilidades na estrutura do Movimento.

sábado, 27 de outubro de 2012

Canção em Homenagem as ENS


Os pontos concretos de esforço

Seguir uma direção de crescimento espiritual e humano supõe tomar um itinerário lógico e usar os meios para seguir fielmente essa direção.
As equipes de Nossa Senhora deram os nomes de Pontos Concretos de Esforços a esses "pontos de aplicação precisos".
Os pontos concretos de esforço são uma caracteristica essencial do movimento. Corresponde a atitudes interiores que precisam ser despertadas e assimiladas e que vão conduzir a uma nova maneira de viver. São uma disciplina que ajuda os casais das Equipes de Nossa Senhora a pôr o Evangelho em pratica na sua vida quotidiana.
O engajamento nesses seis pontos concretos de esforço vai transformado, pouco a pouco, os esposos, desenvolvendo uma vida espiritual conjugal que os aproximára de Deus, de seu cônjuge e dos outros.
Em plena liberdade "assumimos como obrigação" fazer esforços sobre pontos concretos.
A decisão de "viver" os pontos concretos de esforço corresponde a uma adesão do coração  e se concretiza como um esforço da vontade.
O esforço através de cada ponto concreto tende a tornar os casais capazes de acolher o Espirito Santo que age interiormente  e os faz crescer.
Os Pontos Concretos de Esforço exigem da parte de cada um dos esposos, assim como do casal, um engajamento as vezes dificil de sustentar. Eles não são impostos e cada um se engaja voluntariamente e pratica-los. Uma pessoa sozinha seria tentada a abandonar o esforço; é por isso que cada um pede a ajuda e o encorajamento de seu cônjuge e de sua equipe.
 
Os Pontos Concretos de Esforço são um convite a:
- escutar assiduamente " a palavra de Deus";
- encontrar-se, todos os dias, com o Senhor, numa prece silenciosa: " a meditação";
- rezar juntos, marido e mulher, todos os dias: " a oração conjugal" e, se possivel, em familia: " a oração familiar";
- encontrar, a cada mês, um tempo para um verdadeiro diálogo conjugal: " o dever de sentar-se";
- assumir esforços pessoais: " a regra de vida";
- fazer, a cada ano, "um retiro".
 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Sagrada Familia


Maria, exemplo da Igreja (MT.12, 46-50; LC. 1, 39-45)

Santo Ambrósio ensinou que Maria é um espelho para cada um de nós, embora o Verbo encarnado seja o único exemplo verdadeiro da Igreja e de cada um dos cristãos. Mas, sendo Maria associada de modo especial ao FILHO-DE-DEUS-FEITO-HOMEM e à sua obra da redenção, por isso mesmo ela participa da qualidade exemplar de Cristo.
 
Sempre totalmente dependente de seu Filho Jesus, Maria reflete o brilho divino como a lua reflete a luz do sol. Maria recebe em si e reflete para fora de si os raios luminosos do exemplo de Cristo. Mas, juntamente com esse exemplo próprio de Cristo, que ela reflete, brilha em Maria o exemplo sublime de suas virtudes. E, assim, pode-se entender que ela seja venerada pelo Povo cristão como Nossa Senhora das Graças, já que é A CHEIA DA GRAÇA (Lc 1, 28), que nos veio de seu Filho cheio de graça e de verdade e de quem recebemos graça sobre graça (Jo 1, 14-16). Certamente é teologicamente mais correto chamá-la de Nossa Senhora DA GRAÇA.
 
O exemplo sublime das virtudes pessoais de Maria é um tema sobre o qual o Papa Paulo VI insistiu. E é também um tema sublinhado pelo Concílio Vaticano II, que ensina ser a santidade da Igreja imitação da santidade de Maria. Antes de qualquer coisa, Maria é nosso exemplo na ordem da fé, da esperança e da caridade, porque exemplo da perfeita unidade com Cristo (LG 63).
A insistência sobre Maria enquanto MULHER DE FÉ (Lc 1, 45) tem como objetivo confirmar a condição de primeira resgatada por seu Filho. Na verdade, esta era sua condição antes de sua assunção ao céu, quando ainda participava na terra da situação de peregrina, na qual a fé, a esperança e a caridade caracterizam a existência cristã.  Fonte: LUMEN GENTIUM, Capítulo 08 – Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965)
 
 
Mons. João Olímpio Castello Branco
SCE Setor Vale do Jaguaribe
REGIÃO CE II

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Os efeitos da fofoca

Ela tem o poder de destruir os relacionamentos!

Já sofremos muitas vezes com os efeitos malévolos da fofoca em nossos relacionamentos.
Muito longe de um diálogo, certos comentários rompem com qualquer possibilidade de entendimento, pois nunca acontecem na presença da pessoa de quem se fala. Quase sempre as observações feitas nesta conversa acontecem em tom de maldade e exageros, sobre uma verdade distorcida, a qual, as pessoas se julgam capazes de dar soluções para a vida de outros.
Seja por conta de um problema que alguém está vivendo momentaneamente ou até mesmo pelo sucesso em seus empreendimentos, sempre haverá alguém desejoso (a) em fazer suas especulações.
Assim, no propósito de “fazer apenas um comentário”, a conversa termina estabelecendo conceitos nada edificadores a respeito de quem não pode se defender.

A fofoca age como uma praga e se espalha rapidamente entre as pessoas dentro de nossos relacionamentos. Da mesma maneira que a lenha é combustível para o fogo, aquele que dá ouvidos aos mexericos alimenta uma tendência que pode provocar as discórdias entre aqueles com quem até pouco tempo conviviam.
Quem se presta a esse tipo de serviço, certamente conta com a sua credibilidade para reforçar aquilo que se tem interesse em divulgar. E um fator que torna este tipo de conversa ainda mais prejudicial é a maneira como o fato é transmitido, pois cada pessoa ao fazer seu comentário a um terceiro, agrega elementos que ofuscam ou desvirtuam a verdade.
As reuniões familiares, que têm como proposta a confraternização e a aproximação entre os parentes, podem da mesma maneira ser palco para situações nada agradáveis.
Dessa forma, a fim de evitar maiores constrangimentos, precisamos estar atentos sobre aquilo que queremos partilhar, pois, quando nos envolvemos em determinados assuntos, tornamo-nos também responsáveis por aquilo que falamos.
O restabelecimento da amizade provocado pelos abalos de uma fofoca em nossas relações, poderá ser possível após a pessoa reconhecer os males provocados na vida do outro. Por meio da reconciliação, a reaproximação poderá acontecer a partir das atividades que eram vividas em comum. Todavia, há situações que a prudência nos ensina a manter somente a cordialidade da boa educação, sem grandes intimidades; especialmente, se percebemos que os vícios acima citados ainda existem como sinal da personalidade de pessoas, as quais, ainda não aprenderam a dominar a própria língua.

Podemos conversar sobre tudo e sobre todos, apenas tomando o cuidado de identificar se a pauta da nossa conversa tem a intenção de erguer, denegrir ou apenas de expor a intimidade da vida de alguém que se encontra sufocado por uma situação delicada.
Se há verdadeiramente uma intenção de ajudar o nosso próximo que está com problemas, a pessoa mais indicada para você apresentar sua opinião ou conselho – e de maneira reservada – é aquela cujo o (a) fofoqueiro (a) faz como temas de suas conversas.

Hino Oficial JMJ Rio2013


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

AVE MARIA DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA


Semana franciscana homenageia patrono da EIC

A Escola Franciscana Imaculada Conceição (EIC) promove, de 01 a 04 de outubro,a Semana Franciscana. Trata-se de uma série de eventos organizados pela escola para marcar o dia do seu patrono, São Francisco de Assis, comemorado em 04 de outubro. “Pretendemos fazer memória a São Francisco, mentor do carisma da escola, e resgatar valores franciscanos como o cuidado, a oração, a preservação ambiental e a convivência com o outro”, salienta a coordenadora de Ensino Religioso da EIC, Celina Martins.
Na segunda-feira (01) o evento será aberto com a atividade intitulada “Abraço Fraterno”. Trata-se da visita dos alunos da Educação Infantil aos colegas das turmas de 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio e aos departamentos da escola. Eles distribuem mensagens, abraços e apresentam canções a todos como forma de resgatar a fraternidade e a afetividade pregadas por Francisco.
No segundo dia da Semana Franciscana, haverá benção aos animais e plantas em duas oportunidades: às 11h e às 17h. Nesses momentos, o freiÉterson, da igreja São José Operário, realiza a cerimônia de benção na entrada principal da EIC, uma tradição que reafirma o compromisso franciscano de guardar e proteger os animais e a natureza.
No dia 03 de outubro, quarta-feira, a escola realiza Missa em Ação de Graças, às 19h, na Igreja São José Operário, aberta à comunidade. Nessa cerimônia, alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio irão apresentar o trânsito de São Francisco, numa homenagem ao patrono.
Na sexta-feira, dia de São Francisco de Assis, a semana será fechada com uma ação conjunta entre Associação de Pais e Mestres (APM) e Patrulha Educativa Mirim (PEM), em frente à EIC. Na movimentação que se estenderá por todo o dia, os patrulheiros prestarão informações sobre preservação do meio ambiente, distribuirão sacolas de tecido e jornal (retornáveis) e ainda recolherão assinaturas num abaixo-assinado, em parceria com a UFGD,pleiteando a coleta seletiva de lixo na cidade como ação concreta em benefício do meio ambiente.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

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Chega de ser 'ressequido' e 'insosso'

O Senhor nos quer “sal” para esta terra que está “apodrecendo”.
 
 
Que durante todo o dia de hoje o Senhor cure nosso coração endurecido. Ou pode ser que nós sejamos homens ou mulheres de “mãos secas”. Somos cristãos, somos católicos, mas, muitas vezes, buscamos de Deus que Ele atenda as nossas necessidades e traga cura e solução para nós. Que Ele “dê um jeito” em nosso casamento, nos filhos, nos pais, mas nós "tiramos o corpo fora" quando precisamos ser ativos na Igreja, participando e tomando a frente de algum ministério e serviço. Mas, os verdadeiros cristãos não podem fazer isso, pois nós somos, como disse Jesus, o sal da terra, o fermento da massa.
Nós tivemos a graça de nascer de novo, de nascer do Alto. Por isso precisamos viver como quem é filho de Deus. E o filho deve fazer as coisas que o Pai gosta de fazer. O Senhor nos quer “sal” para esta terra que está “apodrecendo”. O sal não precisa fazer muita coisa, basta que seja sal. Nós não temos “salinidade”, ela é do Senhor, do Espírito Santo que nós a recebemos, e temos de usá-la em favor da Igreja. Nós temos o Pai, o Filho e o Espírito Santo vivos dentro de nós. Não podemos ser homens e mulheres de “mãos ressequidas” e “insossos”. O Senhor quer curar as duas coisas em nós: a “mão seca” e o coração endurecido.
Ore comigo: "Senhor, encha-nos do Espírito Santo, que Ele venha à tona. Infelizmente, tínhamos conservado o Espírito Santo preso em nós e acabamos ficando com o coração seco e a ‘mão endurecida’. Jesus, manda o teu Espírito para transformar o meu coração. Faz este milagre, esta transformação. Jesus, eu preciso que o Senhor cure o meu coração e as minhas ‘mãos’. Não é simplesmente curar a mão, mas me tornar mais ativo na Igreja, com a vida que já está em mim. Amém".
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Como escolher um bom candidato?

Não podemos ser cristãos apenas de bons sentimentos.
 
 
Estamos num momento significativo na história da sociedade. Teremos de votar novamente, colocando em prática nosso direito de cidadãos brasileiros. Com isto, vamos escolher todos os nossos próximos representantes no poder executivo e legislativo dos diversos municípios. Cada eleito vai agir como nosso porta-voz e em nome do povo de seu município.
É hora de pensar em duas palavras decisivas: fé e fidelidade. Isto significa autenticidade, fato que não tem sido levado em conta em nosso país. Muitos políticos não são tementes a Deus, mas infiéis, carreiristas e não se colocam a serviço do bem comum. O povo sofre com isto e acaba assistindo às atitudes de desonestidade. O poder, verdadeiramente constituído, vem de Deus, mas isto passa pela ação livre dos eleitores. Significa que a autoridade escolhida não tem real poder se foi eleita por quem não tenha agido, na hora de votar, com plena liberdade. Comprar e vender o voto não significa liberdade plena, não é ato totalmente divino e não é voto com nobreza e consciência madura.
 
Todo candidato, nas eleições, procura se apresentar bem, com boa aparência e propósitos muito firmados. Mas acontece que há uma mentalidade de triunfo e muito individualista. Ela esconde interesses que não são os do povo. É como falar de fé sem obras, aparências que tentam convencer, mas privilegiam interesses próprios ou de grupos particulares.
Na verdade, ser porta-voz é ser luz para o povo. Isto é diferente de ser opressor, que tira a esperança e a alegria das pessoas. Por outro lado, o povo quase não acompanha nem é resistente diante das atitudes dos políticos eleitos. É cômodo ser passivo, porque agir supõe coragem e enfrentamento. Não podemos ser cristãos apenas de bons sentimentos e intenções, porque a fé exige fidelidade e compromisso bem definidos, principalmente nos momentos decisivos da sociedade. Não basta confessar a fé, como o fez Pedro diante de Cristo. Temos de enfrentar as diversidades e maldades que impedem a realização do bem. É um caminho de cruz, de maturidade e coragem.
 

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba - MG


sábado, 15 de setembro de 2012

Daqui do meu lugar. Homenagem a igreja católica


É tempo de decisão

Quando nos decidimos a viver a verdade e na verdade, tudo se faz novo na nossa vida, porque ela nos conduz corretamente, e faz-nos homens e mulheres livres.
Ninguém está livre das ciladas e emboscadas deste mundo, mas unidos ao Senhor, a Suprema Verdade, podemos prosseguir em paz e confiantemente, porque “é o nosso auxílio e proteção! Por isso o nosso coração se alegra nele, seu santo nome é nossa única esperança” (Sl 32).
Peçamos hoje a Jesus a graça de sermos guiados pela verdade.

Obrigado, Jesus!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Tabela Periódica Bíblica

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Nunca estamos sozinhos

Mesmo quando nos sentimos sós, não estamos sozinhos, porque o Senhor está sempre conosco como Ele nos prometeu: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo” (Mt 28,20b).
Confiemos não simplesmente na nossa força física, nas pessoas ou no que possuímos, mas em Deus, que tudo pode e nos ama incondicionalmente.
“Pois eu, o Senhor teu Deus, eu te seguro pela mão e te digo: Nada temas, eu venho em teu auxílio” (Is 41,23).
Em meio ao que estamos vivendo, supliquemos ao Senhor o Seu auxílio eficaz.
 
Jesus, eu confio em Vós!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Problemas no casamento

Deus quis que existíssemos para participar de sua vida bem aventurada e nos criou “à sua imagem e semelhança” (cf. Gn 1,26). O Criador quis que a humanidade existisse "em família", com a união de um homem e uma mulher, vivendo no amor conjugal e gerando os filhos nesse mesmo amor. E a base de tudo isso é o casamento.
Depois de criá-los, Deus os uniu. O homem se sentiu insatisfeito, sozinho, porque não encontrava em todos os seres criados nenhuma criatura que o completasse. E Deus percebeu que “não é bom que o homem esteja só” (Gn 2,18). Então, disse ao homem: “Eu vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada” (Gn 2,18), alguém que seja como você e que o ajude a viver. E fez a mulher. Retirou “um pedaço” do homem para criar a mulher (cf.Gn 2,21-22).
Nessa linguagem figurada, a Palavra de Deus quer nos ensinar que a mulher foi feita da mesma essência, dignidade e da mesma natureza do homem. Santo Agostinho ensina que Deus, para fazer a mulher, não tirou um pedaço da cabeça do homem nem um pedaço do seu calcanhar, porque a mulher não deveria ser chefe nem escrava do homem, mas “companheira e auxiliar”. Esse é o sentido da palavra que diz: Deus tirou “uma costela do homem” para fazer a mulher.
Ao ver Eva, Adão exclamou feliz: "Eis agora o osso de meus ossos e a carne de minha carne” (Gn 2,23). Foi a primeira declaração de amor do universo. Adão se sentiu feliz e completo em sua carência. Deus disse ao primeiro casal: “Por isso o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne” (Gn 2,24).
Estava criado o casamento que mais tarde Jesus vai transformar em sacramento. Ele fez questão de acrescentar: “Portanto, não separe o homem o que Deus uniu” (Mt 19,6). E Deus disse ao casal: “Crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gn 1,28). Aqui está o sentido mais profundo do casamento: “crescei e multiplicai”. Deus quer que o casal, na união profunda do amor, cresça e se multiplique nos seus filhos; daí surge a família, a mais importante instituição da humanidade; a célula principal do plano de Deus para os homens; e ela surge com o matrimônio.
Como a família e o casamento estão na base de todo o plano de Deus para a humanidade, se eles forem destruídos, a humanidade sofrerá muito. Há uma concepção falsa de “família” e de “casamento” que não está de acordo com a vontade do Criador. Há “famílias alternativas” que, no plano de Deus, não são famílias bem como os “casamentos alternativos”.
 
 

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O trabalho na família

A Igreja no Brasil aproveita o mês de Agosto para dar enfoque às vocações. Além das vocações sacerdotais e religiosas, outro dos chamados que é refletido é o da família cristã, berço e célula básica da sociedade. Uma família que viva os preceitos do Evangelho e seja, no mundo atual, testemunho do amor de Deus.
A coordenação nacional do Ministério para as Famílias propõe uma série de reflexões para este mês. Baseadas no tema do Encontro Mundial das Famílias deste ano, “A família: o trabalho e a festa”, esses temas semanais poderão a ajudar na oração em família ou no próprio Grupo de Oração.
O trabalho na família
Gn 1,26-31;21-3
Deus cria o ser humano, como o oleiro que trabalha o barro (Gn 2,7). Diante das maravilhas cridas no mundo, Deus contempla e se rejubila com o ser humano, obra prima do Seu trabalho. Por isso, quando nos reconhecemos como criaturas de especial predileção diante das maravilhas do mundo, revivamos de alguma maneira o júbilo de Deus.
Contudo a criação não deve ser apenas contemplada e admirada pelo ser humano, mas por ele transformada. Com efeito, o trabalho é para cada ser humano um chamado a participar efetiva e afetivamente na obra de Deus, fazendo na criação um verdadeiro trabalho de santificação.
Como coparticipante da criação, o ser humano não está submetido ao trabalho, mas submete a “terra” pelo trabalho. Isto é, todo o globo terrestre está à disposição do ser humano, a fim de que ele, mediante a sua criatividade e o seu compromisso, descubra os recursos necessários para viver e fazer deles o devido uso. Para esta finalidade, hoje muito mais que no passado, não podemos esquecer que a terra nos foi confiada por Deus como um jardim a apreciar e a cultivar (Gn 2,7).
Através do trabalho, as pessoas também nutrem as suas relações familiares. Com efeito, a benção de Deus diz respeito a fecundidade do casal e a dominação da terra. Esta dupla benção convida a bondade da vida familiar e da vida de trabalho, encorajando o ser humano a encontrar uma forma de viver a família e o trabalho de modo equilibrado e harmonioso.
 
Airton e Marli Silva
Coordenadores Nacionais do Ministério para as Famílias

domingo, 26 de agosto de 2012

SAGRADA FAMILIA


Só no Senhor encontramos repouso

Todos nós temos necessidade de ter alguém que se comprometa conosco, que abrace a nossa causa, defendendo-nos, ajudando-nos e cuidando de nós. Temos necessidade de ser amados e acolhidos, principalmente nos momentos de dificuldade.
Precisamos tomar consciência de que não estamos sozinhos, porque o próprio Senhor nos prometeu que estará conosco todos os dias da nossa vida, e está sempre ao nosso lado.
É a Ele que devemos recorrer sempre, porque está sempre a nos chamar: “Vinde a mim vós todos que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve” (Mateus 11, 28-30).
Descansemos em Jesus e deixemo-nos cuidar por Ele. Façamos um ato de entrega de todas as nossas preocupações e inquietações, porque o Senhor sabe como fazer e resolver todas as coisas.
Com confiança, aproximemo-nos do Senhor e oremos incessantemente ao longo deste dia:

Jesus, eu confio em Vós!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Oraçâo da Familia


BATER NOS CATÓLICOS

No ultimo dia 19 de julho, o jornal “Folha de São Paulo” mostrava três fotos de Madona, vestida de macacão de couro a, mais uma vez, ridicularizar os católicos. Quem ainda a vê garante que ela não agride outros cultos. As fotos mostram um motel com uma cruz na parede, e ela pisa na cruz como quem a usa como escada e senta-se acima dela.
Já vimos o quadro. Anos atrás um pastor da Igreja Universal chutou uma imagem de Maria. Foi crime hediondo. Teve que sair do Brasil. Sua igreja veio à cúria católica pedir desculpas. Várias vezes fiéis de outras igrejas, convictos demais, quebraram nossos símbolos que não adoramos, esquecidos que eles mesmos os usam sem adorar: muitas dessas igrejas hoje têm cruzes, pombas que se movem simbolizando no Espirito Santo, outras têm foto ampliada do fundador à entrada de seus templos e não poucas recorrem ao óleo, toalhinhas, procissões, fogueira e cruz.
Não obstante ainda nos confrontam. Um deles, que num ultimo evento calculou em 5 milhões os fiéis que lá acorreram, deu a entender que metade de São Paulo estava lá. A Folha calculou o número em cerca de 300 mil. O mesmo pregador prognosticou que em 2020 o Brasil será a maior nação evangélica do mundo. Leia-se: os católicos diminuirão. Vencerão a novas igrejas.
Então, tá! Se ele estiver certo nas suas previsões e se os números não forem superdimensionados para efeito de marketing da fé, metade dos católicos terá trocado de templo, de altar e de púlpito e nós teremos inexoravelmente perdido espaço.
Enquanto isso, eles também perderão templos, um levará os fiéis do outro e o mundo assistirá ao triste espetáculo de crentes em Jesus a repetir o que houve nos séculos III, IV, V e seguintes séculos da era cristã, com montanistas, arianos, donatistas, nestorianos, apolinaristas, maniqueus, e iconoclastas a brigar e discutir nas ruas e praças, nos templos e nos palácios quem estava mais certo a respeito de Jesus. Não é história agradável de ser ler nem de um lado nem de outro. Os livros que nos chegaram dessas contendas não primam pela gentileza ou pelo diálogo e pelo respeito. Há ódio neles.
De uns vinte anos a esta parte assistimos entrevistados, comediantes, artistas, escritores e cantores que professam aberto ateísmo, ou igrejas em aberta oposição aos católicos discutirem sobre posturas morais e éticas, enquanto nos ofendem. Se apenas discordássemos, estaríamos todos corretos. Mas descambou para a mentira e o achincalhe! Temo pelos próximos vinte anos!

                                                                                Pe Zezinho

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Semana Nacional da Família trata da família no âmbito do trabalho

Durante esta semana (12 a 18 de agosto) está acontecendo a Semanal Nacional da Família em todo Brasil. Desde pequenas comunidades paroquiais, até arquidioceses inteiras, estão refletindo sobre a temática da família, a partir do tema: ‘A Família: o trabalho e a festa’. Neste quinto dia de partilha e celebração, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), organizou um texto a partir das Catequeses preparatórias ao 7º Encontro Mundial das Famílias, que trata da família no âmbito do trabalho, como uma contribuição na reflexão.


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

FESTA DE SÃO CRISTOVÃO




Douradenses festejam São Cristóvão Padroeiro dos Motoristas e Agricultores




Com muita fé, emoção e devoção aconteceu no último domingo a 21ª Festa de São Cristóvão reunindo condutores de motocicletas, carros, caminhonetes, caminhões e carretas de Dourados e toda a região. Os veículos saíram em carreata da rua Coronel Ponciano, em frente ao Estádio Douradão transportando a imagem do santo Padroeiro até a avenida Marcelino Pires, contornaram o Monumento ao Colono e retornaram até a rua Brasil, por onde se dirigiram à Paróquia Santa Teresinha, na Comunidade que leva o nome do padroeiro dos agricultores e motoristas, no Jardim Maracanã. Em frente à igreja, localizada à rua Jaime Moreira, formaram uma fila quase interminável para receber as bênçãos dos padres Marcos Roberto Pereira da Silva e Otair Nicoletti . De cima da carroceria do caminhão que carregava a imagem do santo, o religioso aspergia água benta em cada um dos veículos que passavam. Algumas empresas de transporte enviaram suas frotas completas à celebração.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

21ª FESTA DE SÃO CRISTÓVÃO



ALMOÇO: CHURRASCO, PIRÃO, ARROZ, SALADA E MANDIOCA.

CONVITE INDIVIDUAL (SELF-SERVICE)

DIA 29/07 (DOMINGO)
HORÁRIO: DAS 11:00 ÀS 13:00 HS.
LOCAL: SALÃO DE FESTA DA PARÓQUIA STA. TERESINHA (JD. MARACANÃ)

VALOR
R$ 15,00 ATÉ 28/07 (SABADO)
R$ 20,00 NO DIA 29/07 (DOMINGO)

NÃO PERCAM ESSA GRANDIOSA FESTA.

ENTREM EM CONTATO PARA A COMPRA DE CONVITES PELO BLOG OU NO FONE:

9644 2158  -  CLAYTON

Domingo (29) será realizada a tradicional carreata de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas, cujo dia é comemorado 25 de julho.

Em Dourados, é a 21ª edição da festa. A carreata será realizada à partir das 8h e a concentração será em frente ao estádio Fredis Saldivar "Douradão".

A procissão motorizada deve passar pela Rua Coronel Ponciano, seguindo pela Avenida Marcelino Pires e o destino dos motoristas é a igreja Santa Terezinha, onde à partir das 9h será realizada no pátio da comunidade uma bênção aos motoristas.

Estão convidados a participar do evento caminhoneiros, taxistas, motociclistas, moto-taxistas, motoristas em geral.

À partir das 11h será servido o tradicional churrasco. O convite individual antecipado custa R$ 15 (na secretaria da paróquia) e na hora será vendido a R$ 20. Durante o almoço haverá leilão de brindes que foram doados pela comunidade.

Oração da Equipe

Senhor, eu te peço pela minha equipe:
Para que nos conheçamos melhor em nossas aspirações, nos compreendamos mais em nossas limitações.
Para que cada um de nós sinta e viva as necessidades dos outros.
Para que nossas discussões não nos dividam, mas nos unam em busca da verdade e do bem.
Para que cada um de nós, ao construir a própria vida, não impeça o outro de viver a sua.
Para que nossas diferenças não excluam ninguém da nossa equipe, mas nos levem a buscar a riqueza da unidade.
Para que olhemos para cada um, Senhor, com os teus olhos e nos amemos com o teu coração.
Para que nossa equipe não se feche em si mesma, mas seja disponível, aberta, sensível aos desejos dos outros.
Para que no fim de todos os caminhos, além de todas as buscas, no final de cada discussão e depois de cada encontro, nunca haja “vencidos”, mas sempre “irmãos”!

Amém!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

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A verdade sobre si mesmo

“A vida traz, indelevelmente, uma verdade sua inscrita nela. O homem, ao acolher o dom de Deus, deve comprometer-se a manter a vida nesta verdade, que lhe é essencial. Desviar-se dela equivale a condenar-se a si próprio à insignificância e à infelicidade, com a consequência de poder tornar-se também uma ameaça para a existência dos outros [...]” (Evangelium Vitae, 48).
Amar a Deus e “ao próximo como a si mesmo” (cf. Lv 19,18) não consiste apenas em seguir alguns dos mandamentos a favor da vida, mas observar a Lei do Senhor em toda a sua extensão. Cumprir a vontade do Pai a nosso respeito e obedecer às leis divinas é encontrar pleno significado para a nossa existência. É reconhecer o amor como fundamental e originária vocação do ser humano.
Conheçamos a verdade sobre nós mesmos para compreendermos e aceitarmos a verdade do nosso irmão. Sejamos sempre verdadeiros, assumindo isso como uma meta para as nossas ações, libertando-nos, assim, para uma experiência cotidiana do amor a Deus e à vida!
“Que o Evangelho seja o grande critério que guia as opções e os rumos da vossa vida!” (João Paulo II).

Jesus, eu confio em Vós!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

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AVE MARIA



Ave Maria cheia de graça

Ó MARIA CHEIA DE BENÇÃO DE DEUS

o Senhor é convosco

O SENHOR ESTA ENTRE NÓS

bendita sois vós entre as mulheres

ESCOLHIDA ENTRE TODAS AS MULHERES

bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

ESCOLHIDO FOI O TEU VENTRE, PARA GERAR JESUS

Santa Maria Mãe de Deus

VIRGEM E PURA MÃE DE DEUS

rogai por nós pecadores

GUIA-NOS E AJUDA-NOS POIS SOMOS HUMILDES PECADORES.

agora e na hora de nossa morte.

EM TODOS OS MOMENTOS DE NOSSAS VIDAS.

Amém

PARA SEMPRE SEJA LOUVADA
E QUE CUMPRA-SE EM MIM
A TUA VONTADE..
ASSIM SEJA

 

O que a Igreja ensina nos casos de casais que não conseguem ter filhos

Por Professor Felipe Aquino

Muitos casais, infelizmente, não conseguem ter filhos por alguma causa de infertilidade do marido ou da esposa. Sabemos que é grande esse sofrimento: “Que me darás?”, pergunta Abrão a Deus. “Continuo sem filho…” (cf. Gn 15,2). “Faze-me ter filhos também, ou eu morro”, disse Raquel a seu marido Jacó (cf. Gn 30,1). Mas esses casais não devem desanimar; a Igreja recomenda que valorizem o seu matrimônio. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) lhes ensina: “Os esposos a quem Deus não concedeu ter filhos podem, no entanto, ter uma vida conjugal cheia de sentido, humana e cristãmente. Seu Matrimônio pode irradiar uma fecundidade de caridade, acolhimento e sacrifício” (CIC § 1654).
Esses casais podem e devem buscar os legítimos recursos da medicina para conseguir os filhos desejados. A Igreja ensina que: “As pesquisas que visam a diminuir a esterilidade humana devem ser estimuladas, sob a condição de serem colocadas ‘a serviço da pessoa humana, de seus direitos inalienáveis, de seu bem verdadeiro e integral, de acordo com o projeto e a vontade de Deus’” (Instrução Donum vitae, CDF, intr. 2).
A Igreja não aceita a inseminação artificial, nem homóloga nem heteróloga. E ela expõe as razões disso: “As técnicas que provocam uma dissociação do parentesco, pela intervenção de uma pessoa estranha ao casal (doação de esperma ou de óvulo, empréstimo de útero), são gravemente desonestas. Estas técnicas (inseminação e fecundação artificiais heterólogas) lesam o direito da criança de nascer de um pai e uma mãe conhecidos dela e ligados entre si pelo casamento. Elas traem “o direito exclusivo de se tornar pai e mãe somente um por meio do outro” (CIC § 2376).
“Praticadas entre o casal, estas técnicas (inseminação e fecundação artificiais homólogas) são talvez menos claras a um juízo imediato, mas continuam moralmente inaceitáveis. Dissociam o ato sexual do ato procriador.
O ato fundante da existência dos filhos já não é um ato pelo qual duas pessoas se doam uma à outra, mas um ato que remete a vida e a identidade do embrião para o poder dos médicos e biólogos, e instaura um domínio da técnica sobre a origem e a destinação da pessoa humana. Tal relação de dominação é por si contrária à dignidade e à igualdade que devem ser comuns aos pais e aos filhos”. “A procriação é moralmente privada de sua perfeição própria quando não é querida como o fruto do ato conjugal, isto é, do gesto específico da união dos esposos… Somente o respeito ao vínculo que existe entre os significados do ato conjugal e o respeito pela unidade do ser humano permite uma procriação de acordo com a dignidade da pessoa” (§2377).
“O filho não é algo devido, mas um dom. O “dom mais excelente do matrimônio” e uma pessoa humana. O filho não pode ser considerado corno objeto de propriedade, a que conduziria o reconhecimento de um pretenso “direito ao filho”. Nesse campo, somente o filho possui verdadeiros direitos: o “de ser o fruto do ato específico do amor conjugal de seus pais, e também o direito de ser respeitado como pessoa desde o momento de sua concepção” (CIC § 2378). Por fim, a Igreja recomenda aos casais inférteis unirem o seu sofrimento, corajosamente, à cruz de Cristo.
“O Evangelho mostra que a esterilidade física não é um mal absoluto. Os esposos que, depois de terem esgotado os recursos legítimos da medicina, sofrerem de infertilidade unir-se-ão à Cruz do Senhor, fonte de toda fecundidade espiritual. Podem mostrar sua generosidade adotando crianças desamparadas ou prestando relevantes serviços em favor do próximo” (CIC § 2379). Nossa fé nos ensina que só os egoístas desperdiçam a vida; portanto, mesmo que os casais inférteis não possam ter seus filhos naturais, poderão ter seus filhos “do coração”; que não deixam de ser menos filhos. Quantos filhos adotados dão mais alegria a seus pais que os filhos naturais! Jesus não teve um pai natural na terra; mas teve um grande pai adotivo: São José. Prof. Felipe Aquino