
No final de julho, uma notícia sacudiu os lares mais ou menos cristãos do Brasil: numa paróquia do Nordeste, um padre havia interrompido a celebração de um casamento ao descobrir que os trajes da noiva e o ambiente criado pelos convidados em nada contribuíam para a santidade do ato que estava dirigindo.
Desde o início do rito, o sacerdote se sentira entre os espinhos ao verificar que a sacralidade do lugar não era guardada, inclusive pelos gracejos que os presentes faziam sobre os decotes e as poses de algumas mulheres. continue lendo
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