segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Façamos um mundo melhor

Na vida, precisamos sonhar, encher o nosso coração de esperança para transformar este mundo, fazê-lo melhor.
A vida precisa ter poesia. Precisamos voltar a nos encantar com o sorriso das crianças, com o despertar da manhã, com o pôr do sol, com os gestos simples do dia a dia, os quais são carregados de significados.
Se encararmos a vida apenas pelo lado “mais pesado”, nada terá sentido. Contemplemos o belo, porque “a beleza salvará o mundo” (Dostoievski).
Olhemos para céu, para o balançar das árvores, escutemos o cantar dos pássaros, prestemos atenção nas pessoas. Isso fará toda diferença na nossa vida e na vida de todas as pessoas. Estes gestos simples purificarão o nosso coração e o elevarão a Deus, num verdadeiro gesto de louvor.
“Louvai ao Senhor, porque Ele é bom” (Sl 11,1a).

Jesus, eu confio em Vós!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Carlos Magno contesta Bento XVI



Pois não é que, ultimamente, até Carlos Magno se insurgiu contra o Papa Bento XVI? Foi o que verifiquei na semana passada, como consequência do artigo que publiquei sob o título “Para onde vai a liberdade sexual?”. Nele, eu nada fazia senão repetir o que todos já sabem: «De uns anos para cá, a erotização provocada por filmes e novelas, músicas e internet – e até mesmo por autoridades políticas e educacionais ao incentivarem a distribuição de camisinhas nas escolas – está levando adolescentes e crianças a práticas sexuais cada vez mais precoces e, o que é pior, a delitos contra colegas da mesma idade. Mais grave ainda é a reviravolta operada pela permissividade na psicologia e na consciência moral de crianças, jovens e adultos».
Carlos Magno aproveitou do que escrevi para sair de seu túmulo em Aachen, na Alemanha, e, através de um seu xará brasileiro, desfilar suas mágoas contra a Igreja: «A deteriorização da família é fato muito antigo. Dentro de sua instituição, Dom, ela foi praticada por papas, que tinham várias mulheres, e por padres pederastas, inclusive com o “conluio” do papa atual, que tinha o dever de zelar. Mas, o que esperar de um papa nazista? Tudo que o Sr. fala, apesar de ser algo escrito por alguém que tem conhecimento, é mera retórica. A única diferença de antes é que, agora, nós sabemos. E não de tudo, pois deve haver muita coisa escondida debaixo das batinas!».
Pelo que sei, o Carlos Magno europeu (742/814) se demonstrou sempre católico fervoroso e grande defensor da cristandade. Rei dos Francos e Imperador do Ocidente, é considerado o maior soberano da Europa medieval. Acreditando que recebera seu poder de Deus para colocá-lo a serviço do cristianismo, recorreu a todos os expedientes – inclusive à força militar – para agrupar na unidade da fé os povos e os territórios que conquistou. Seu prestígio junto ao povo foi tão grande que, na Suíça, encontrei uma capela que o escolheu como padroeiro, apesar de nunca ter sido proclamado santo pela Igreja.
O Carlos Magno brasileiro pensa diferente. Esquecendo que cada um vê o mundo com os olhos que tem, ele se detém nos “negativos” da Igreja. Que sempre existiram e sempre existirão. Desde o tempo de Jesus foi assim. Um de seus apóstolos o renegou e outro o traiu. Mas, qual é a instituição que não tem os seus “podres”? Não posso negar: dentre os 263 papas (ou 265, pois há dúvidas sobre o seu número exato) que, até hoje, governaram a Igreja Católica, muitos não estiveram à altura do cargo que ocuparam. Em contrapartida, outros 80 são reconhecidos como santos ou bem-aventurados. Nada sei sobre as escolhas éticas do Carlos Magno brasileiro. Se só pode jogar pedras na casa do vizinho quem não tem telhado de vidro, oxalá ele esteja acima das fraquezas que atingem o ser humano! Mas, não se pode negar: suas palavras refletem os preconceitos e a aversão de amplos segmentos da sociedade contra a Igreja. “Papa nazista”? Joseph Ratzinger nasceu numa família vigiada pelo nazismo e, em 1942, aos 16 anos, quando foi incorporado compulsoriamente no exército, manifestou de tal forma a sua contrariedade que, dois anos após, foi dispensado e enviado a um campo de trabalho, donde conseguiu fugir pouco depois.
Quanto ao “conluio” mencionado por Carlos Magno, penso que se refira à acolhida dada pelo papa atual, em 1980, como arcebispo de Munique, a um sacerdote de outra diocese que o procurava para ser acompanhado por um psicólogo e se libertar da pedofilia. Ou, então, a um padre dos Estados Unidos, de cujos antigos e numerosos escândalos sexuais o Vaticano só soube em 1996 (dois anos antes de sua morte), quando o Cardeal Ratzinger presidia a Congregação para a Doutrina da Fé.
“Muita coisa escondida debaixo das batinas». Desde os seus primórdios, a Igreja convida o sacerdote «a ter compaixão dos que erram e pecam, porque ele mesmo está impregnado de fraqueza» (Hb 5, 2). Os padres, bispos e papas podem errar e pecar, como qualquer outra pessoa. Só Deus é santo! Mas, se o Carlos Magno brasileiro morar em Dourados, isso me deixa muito triste, porque suas críticas me dizem que nem eu nem os meus sacerdotes conseguimos ajudá-lo a descobrir que a verdadeira Igreja é muito diferente da que ele, infelizmente, conhece...
Dom Redovino Rizzardo, cs
Bispo da Diocese de Dourados

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O pastor que aceitou Maria Santíssima


Qual a tentação que me derruba?

Gostaria muito que você pensasse sobre quais são os caminhos, conversas, hábitos, pessoas, ou lugares que você percorre até que, infelizmente, cometa um pecado.
Meu objetivo é ajudar você a compreender que todo pecado, invariavelmente, é precedido por uma tentação. E aqui está uma boa sacada! A tentação que me derruba é justamente aquela que me leva à prática do pecado. Mas onde está essa tentação?
Neste caso, a observação de si mesmo, a partilha e um pedido de ajuda são ingredientes fundamentais para quem deseja - como você - quebrar um círculo vicioso feito de tentações que desembocam em pecados.
Observe-se, peça ajuda e, quando precisar, mude os caminhos, pare com conversas inadequadas, mude hábitos, afaste-se de certas pessoas e deixe de ir a certos lugares.

Ricardo Sá

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

CORPO INCORRUPTO

Corpo Incorrupto é o corpo humano que apresenta a propriedade, considerada miraculosa, de não se decompor após a morte, sem que tenham sido utilizados métodos de embalsamamento.
O fenômeno da incorruptibilidade pode ocorrer com todo o corpo ou com apenas parte dele. Em alguns casos, os corpos incorruptos emanariam um odor agradável.
 
 

 
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terça-feira, 13 de novembro de 2012

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A Eclesialidade das ENS

O Papa João Paulo II, na Exortação Apostólica Christifideles Laici , enfatiza a necessidade da agregação dos fiéis leigos, mais eficazmente a vocação e missão de cada um.
São diversos os motivos que justificam ou exigem a agregação dos fiéis leigos. O Papa destaca uma razão de ordem teológica, quando afirma que o apostolado associado é fundamental como um sinal de comunhão e de unidade da Igreja de Cristo.
Portanto, aí está a razão eclesiológica das ENS: ajudar a Igreja no anúncio do Evangelho; participar do esforço de toda a Igreja para uma verdadeira renovação do mundo, a partir das exigências do Evangelho; produzir frutos de amor, de justiça, de paz e de esperança para os irmãos, principalmente para os mais necessitados; renovar a vida conjugal e familiar, ajudando a transformar as famílias em verdadeiras Igrejas Domésticas e assim por diante.
A razão eclesiológica das ENS fundamentam-se no atendimento às ordens de Cristo: Ide e pregai o Evangelho.
Neste sentido, os fiéis leigos, quando se reúnem em movimentos e formam comunidades maduras, participam da nova evangelização, como propõe a Igreja hoje.
A Segunda Inspiração supõe uma nova evangelização para todo o Movimento, para todos os casais e sacerdotes que fazem parte das ENS. Os casais que não derem frutos, uma vez que dar frutos é uma exigência essencial da vida cristã e eclesial, serão cortados pelo Pai, lançados fora e queimados. (Jo 15,2)"
(Mariola/Elizeu, ECIR, CM jun-jul/95).